Desde pequena que em casa assinalávamos o Dia da Espiga. Era uma das tradições de que a minha mãe gostava.
Em Sete-Rios, havia sempre uma ou mulheres a vender ramos de espigas, papoilas e malmequeres. Pendurava-se na cozinha, num prego pequeno e lá ficava o ano inteiro até ser substituído por outro no ano seguinte.
Enquanto vivi em Lisboa, a tradição repetiu-se, ainda que houvesse menos vendedeiras e nem toda a agente compreendesse esta tradição.
Desde que de lá saí, a tradição esmoreceu. Não há ramos à venda e quase não há onde apanhar as plantas. No entanto, aqui a dois passos o dia é de festa, com feriado municipal e tudo.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
O poder do manjerico
Redondinho ou mais espigado, de um verde sem igual, folha miúda ou crescida, deixa um rasto de frescura... e afasta as moscas.
Junho é o seu mês e nos festejos populares tem lugar cativo.
Pertence às Labiadas e tem utilidades diversas.
Quem o semeia sabe que dele tudo se pode esperar. Promova-se o manjerico com propósitos solidários e as respostas positivas não se fazem esperar.
A minha mãe gostava do manjerico. O meu avô costumava oferecer-lhe um no dia de S. João, dia de aniversário de minha mãe. Depois era o meu tio ou, às vezes, o meu pai quem lho oferecia.
Agora, eu procuro o manjerico em cada ano. Divulgo-o, vendo-o sempre que posso, ofereço-o quando me apetece.
Para mim, o poder do manjerico é avivar-me boas recordações e tornar-me permeável aos outros.
Junho é o seu mês e nos festejos populares tem lugar cativo.
Pertence às Labiadas e tem utilidades diversas.
Quem o semeia sabe que dele tudo se pode esperar. Promova-se o manjerico com propósitos solidários e as respostas positivas não se fazem esperar.
A minha mãe gostava do manjerico. O meu avô costumava oferecer-lhe um no dia de S. João, dia de aniversário de minha mãe. Depois era o meu tio ou, às vezes, o meu pai quem lho oferecia.
Agora, eu procuro o manjerico em cada ano. Divulgo-o, vendo-o sempre que posso, ofereço-o quando me apetece.
Para mim, o poder do manjerico é avivar-me boas recordações e tornar-me permeável aos outros.
Junho 2010
Aos 8 meses
"Esta noite voltei a sonhar com ele. Às tantas, dizia-lhe:
- Assim, aqui ao meu lado, até parece que não morreste".
- Assim, aqui ao meu lado, até parece que não morreste".
21 de Junho
sábado, 7 de maio de 2011
Recorrência Tranquila
No início desta semana voltei a sonhar com ele.
É sempre tão bom, tão doce.
Encontrámo-nos e descansámos a cabeça no ombro um do outro.
"Finalmente!" pensámos em uníssono (porque nos sonhos, ouvimos os pensamentos uns dos outros).
É sempre tão bom, tão doce.
Encontrámo-nos e descansámos a cabeça no ombro um do outro.
"Finalmente!" pensámos em uníssono (porque nos sonhos, ouvimos os pensamentos uns dos outros).
Para os tempos de hoje
"Precisamos de Santos sem véu ou batina.
Precisamos de Santos de calças de ganga e sapatilhas.
Precisamos de Santos que vão ao cinema,
ouvem música e passeiam com os amigos.
Precisamos de Santos que colocam Deus em
primeiro lugar, mas que também se ‘esforcem’ na faculdade.
Precisamos de Santos que tenham tempo para rezar
e que saibam namorar na pureza
e castidade, ou que se consagrem na sua castidade.
Precisamos de Santos modernos, Santos do século
XXI, com uma espiritualidade inserida no nosso tempo.
Precisamos de Santos comprometidos com os pobres e
as necessárias mudanças sociais.
Precisamos de Santos que vivam no mundo, se santifiquem
no mundo, que não tenham medo de viver no mundo.
Precisamos de Santos que bebam coca-cola e comam hot-dogs,
que usem jeans, que sejam internautas, que usem walkman.
Precisamos de Santos que gostem de cinema, de teatro,
de música, de dança, de desporto.
Precisamos de Santos que amem apaixonadamente a Eucaristia
e que não tenham vergonha de tomar um ‘copo’
ou comer uma pizza no fim-de-semana com os amigos.
Precisamos de Santos sociáveis, abertos, normais, amigos,
alegres e companheiros.
Precisamos de Santos que estejam no mundo;
e saibam saborear as coisas puras e boas do mundo,
mas que não sejam mundanos."
João Paulo II
Precisamos de Santos de calças de ganga e sapatilhas.
Precisamos de Santos que vão ao cinema,
ouvem música e passeiam com os amigos.
Precisamos de Santos que colocam Deus em
primeiro lugar, mas que também se ‘esforcem’ na faculdade.
Precisamos de Santos que tenham tempo para rezar
e que saibam namorar na pureza
e castidade, ou que se consagrem na sua castidade.
Precisamos de Santos modernos, Santos do século
XXI, com uma espiritualidade inserida no nosso tempo.
Precisamos de Santos comprometidos com os pobres e
as necessárias mudanças sociais.
Precisamos de Santos que vivam no mundo, se santifiquem
no mundo, que não tenham medo de viver no mundo.
Precisamos de Santos que bebam coca-cola e comam hot-dogs,
que usem jeans, que sejam internautas, que usem walkman.
Precisamos de Santos que gostem de cinema, de teatro,
de música, de dança, de desporto.
Precisamos de Santos que amem apaixonadamente a Eucaristia
e que não tenham vergonha de tomar um ‘copo’
ou comer uma pizza no fim-de-semana com os amigos.
Precisamos de Santos sociáveis, abertos, normais, amigos,
alegres e companheiros.
Precisamos de Santos que estejam no mundo;
e saibam saborear as coisas puras e boas do mundo,
mas que não sejam mundanos."
João Paulo II
quarta-feira, 9 de março de 2011
Entre sol e chuva
A Natureza segue o seu rumo. As árvores animam-se de folhas e botões, pássaros chilreiam, o sol levanta-se e põe-se em cada dia.
O tempo atmosférico anda irregular. Como se reflectisse o estado de espírito de cada um.
Por vezes, tenho impulsos de criatividade que se esbatem depressa, sob pretextos tão simples como: não sei da agulha de crochet ou antes de começar a escrever a história, tenho um relatório ou um texto para preparar,...Enfim!
Fiz coisas boas estes dias. Limpei meio canteiro, plantei uma ameixeira, vários pés de morangueiros, dois pés de physallis, três pés de silva mansa (dá amoras muito grandes). Nada mau.
O tempo atmosférico anda irregular. Como se reflectisse o estado de espírito de cada um.
Por vezes, tenho impulsos de criatividade que se esbatem depressa, sob pretextos tão simples como: não sei da agulha de crochet ou antes de começar a escrever a história, tenho um relatório ou um texto para preparar,...Enfim!
Fiz coisas boas estes dias. Limpei meio canteiro, plantei uma ameixeira, vários pés de morangueiros, dois pés de physallis, três pés de silva mansa (dá amoras muito grandes). Nada mau.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Lareira (recuperador) apagada/o
Um dia da semana passada, sonhei com ele. Foi um sonho bom até acordar de repente, sem saber onde ou em que tempo estava. Sonhei que ele não tinha morrido. Abraçámo-nos felizes e eu tentava perceber que engano mais estúpido tinha sido aquele. Ao acordar completamente atordoada, compreendi que o engano estava no sonho e não naquilo que vivo.
Sonhos...
Sonhos...
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