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sábado, 14 de janeiro de 2017

Pela beira do rio

Apesar do frio, a manhã estava radiosa e em passo seguro, cruzei as ruas, aproveitando o sol que brilhava.
À beira do rio, via-se pouca gente. Só aqueles que corriam, caminhavam, faziam o circuito de bicicleta ou os que apressadamente se dirigiam para o mercado.
De repente, sou surpreendida por algo que se agitava. Uma cana de pesca compridíssima!Em seguida, apercebo-me de mais duas quase milimetricamente distribuídas pela beira do rio. Entre a erva da margem sul, três homens encasacados, cada qual com sua cana.

E o que será que se pesca ali?
Depois regressei, em passo mais acelerado. Os joelhos começavam a acusar o esforço, o corpo correspondia e eu senti-me contente por ter podido fazer a caminhada (5 km).

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Momentos

Hoje foi dia de receber uma amiga.
Gosto muito de estar com as pessoas, de conversar de tudo e de nada...
Almoçámos no centro, bebemos café e depois, viemos os quatro até casa onde conversámos mais e saboreámos umas coisinhas que tinha preparado.
São momentos assim que ajudam a criar laços.
O tempo de férias possibilita estes encontros, este tempo para estar e ser.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Ida ao campo

Passei três dias no campo.
O que se faz por lá? Coisas simples, sendo o mais difícil para mim o não fazer nada.
Na verdade, há sempre coisas para fazer: ir olhar a horta à procura dos estragos dos veados ou de alguma flor ou fruto novos; arrancar umas ervas; aproveitar o alpendre e escutar os trinados dos pássaros que por ali esvoaçam; olhar os cumes dos montes; ler; apanhar amoras (este ano até as amoras das silvas estão secas); limpar as teias que as aranhas incansáveis teimam em tecer; preparar petiscos ou o almoço/jantar; dar dois dedos de conversa... Enfim, é um não acabar de tarefas!!!
É bom poder desfrutar do lado doce do campo.
Para quem dele vive, o dia a dia é sempre muito trabalhoso. Limpar, amanhar, plantar ou semear, sachar, regar e depender das condições atmosféricas, das pragas, da qualidade da semente, sei lá! Mas há toda uma sabedoria aliada à atividade rural que só se propaga oralmente, embora haja um esforço grande para a registar e fixar.
Diz-me a vizinha, "pelo S. Pantaleão faz-se isto", "pela Senhora da Guia põem-se os nabos" "se há aguieiros acontece aquilo"e assim por diante.
Para uma citadina como eu, o campo é doce!

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Há lugares...!


Há lugares por que ansiamos pela sua beleza natural, pela paz que nos dão, pelas memórias que evocam.
Não concordo, por isso, com a canção: "Nunca voltes ao lugar, onde já foste feliz..."
Nós mudamos mas os ecos permanecem.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

O que é que me faz feliz? O que é a felicidade?

O que é que me faz feliz? Várias coisas, e não necessariamente assim priorizadas: o sol a brilhar, ter saúde, os meus filhos satisfeitos, comida saborosa, uma chuveirada morna, a lareira a crepitar, um abraço sentido, um presente inesperado, uma surpresa agradável, uma tarefa realizada, um elogio, ficar em casa num dia de chuva com a lareira acesa, sentir que, às vezes, faço a vontade de Deus. Mas, sobretudo, saber (acreditar) que Deus me acompanha. Para mim, isto não é conversa fiada, é mesmo verdade.

O que é a felicidade? Fazer a vontade de Deus. Em cada dia, isso concretiza-se (ou não) na minha relação com Ele e com os que me rodeiam.
Na oração, nas suas múltiplas modalidades, vou construindo a relação com Deus e procurando chegar ao Seu conhecimento interno.
Na relação com os outros, vou experimentando o rosto e os braços de Cristo.